Questionado sobre FMI, José Mário Branco, vulto inegável da música portuguesa contemporânea, disse, entre outras coisas, que tinha sido "o primeiro rap português".
Tendo em conta que o improviso decorreu por altura de 1974 e editado em 1981; tendo em conta a expressividade, a mensagem, o desabafo, a sensibilidade, a poesia (ora metafórica, ora realista), o ritmo (liricismo recitado por cima de um dedilhado de guitarra), a afirmação não é, de forma alguma, néscia.
Quanto a FMI propriamente dita, remeto-me ao silêncio porque o homem e a música falam por si. Arrisco-me apenas a atribuir-lhe um (não original) sentido: intemporal.
Para os mais atentos, FMI lembrará os Last Poets, por aqui já conhecidos.
José Mário Branco - FMI
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terça-feira, 9 de setembro de 2008
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