Mostrar mensagens com a etiqueta Funk. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Funk. Mostrar todas as mensagens

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Africa

Hugh Masekela - Introducing Hedzoleh Soundz

Legends Of Benin

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

I'd Rather Be With You / I'd Rather Be Your NIGGA

Ouvia Bootsy Collins e fiquei com a pulga atrás da orelha...:

Bootsy Collins - I'd Rather Be With You


Tupac - I'd Rather Be Your NIGGA

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

ao frio


.... responde-se com calor. Se for negro, ainda melhor!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Elementary, my dear Watson!


Foi um dos guitarristas mais requisitados por todos os nomes grandes da soul e do funk norte-americanos, desde Marvin Gaye a Barry White, dando ainda uma mãozinha a monstros do jazz, casos de Herbie Hancock ou Pharoah Sanders. A sua guitarra e o seu muito próprio "wah wah sound" está presente numa catrapada de grandes álbums da história da música - pensemos apenas em Let's get it on (Marvin Gaye) ou Off the wall (Michael Jackson) para termos uma noção da coisa.
A solo, tem apenas um álbum em nome próprio: Elementary (1976). É pouco? É. Mas a sua qualidade chega para nos dar uma imagem do músico que é Wah Wah Watson (nascido Melvin Ragin).
Em entrevista à Wax Poetics dos passados meses de OUT/NOV, Kurt Iveson desvenda um pouco do homem-sombra de grandes momentos da música negra norte-americana, apontando nesse sentido 5 ideias-chave para se compreender a dimensão de Wah Wah. Passo a enunciar: um "vocabulário rítmico" muito próprio ("he's constantly doodling"); a forma como soube fazer uso de novas tecnologias (samplers e synths, por exemplo); a execução, a habilidade, a técnica, os skills; o "feeling" com que toca; e o último - o que me interessa pela sua peculiaridade - o marketing, o business. Sobre este, em especial:

Wah Wah summed up his strategy like this: "I'm the bone looking for the dog, not the doog looking for the bone. (...) It's like, if you see someone you like, don't rush in there. You gotta be real casual, dog... That way, you'll make her want to come to you. Are you with me?". His point is that getting session dates is a little like getting the other kind of dates. Act like you need the work, and it just won't come. Come on too strong, and you're likely to get the bursh off.


Naif? Pretensioso? Para quem faz um disco como Elementary... compreende-se!

Goo Goo Wah Wah



Bubbles


Together (Forever)


Love ain't something

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

makings of you (belo de qualquer das maneiras)

Um dia disse: "The righteous way to go" é "dos samples mais bonitos que já ouvi em toda a minha vida". Hoje, enquanto revisitava o fabuloso Curtis (1970), do Curtis Mayfield, fiz uma viagem no tempo de encontro ao original. Curioso como quando ouvi o beat do 9h Wonder já conhecia o original e ele não me veio à memória...

O original que aqui fica não é, na verdade, o original, pois esse, o de Curtis Mayfield, não existe no youtube. Mas fica o remake feito para banda sonora do filme Claudine, de 1974.



9th Wonder - The righteous way to go

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

sábado, 31 de outubro de 2009

uh uuh yeaah

I can't go for that (No can do)


... é o que apetece murmurar enquanto nos deixamos entrar nesta atmosfera de sensualidade... Um bom "funk de semana" para todos!

videoclip propriamente dito aqui.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

hot thing (de volta)

e para fechar as férias de verão na rua.
Não é a "Hot Thing" do Talib Kweli, mas é algo ainda mais quente. E mais antigo.
Deixo aqui uma pedrada de funk, hip-hop e pura dance music do final de 80's. A todo o disc jockey que o passe numa festa, o meu agradecimento!

E agora é tempo de voltar!

1. "Rollin' with Kid 'n Play" - 4:01
2. "Brother Man Get Hip" - 3:43
3. "Gittin' Funky" - 4:41
4. "Soul Man" - 3:31
5. "Damn That DJ (The Wizard M.E.)" - 3:28
6. "Last Night" - 4:23
7. "2 Hype" - 3:57
8. "Can You Dig That" - 3:27
9. "Undercover" (feat. The Real Roxanne) - 3:38
10. "Do the Kid 'N Play Kick Step" - 4:02
11. "Do This My Way" - 4:46

Rollin' with Kid 'n' Play


2 Hype

sábado, 25 de julho de 2009

Para quem não gosta


do Enter the Wu-Tang (36 Chambers) dos Wu-Tang (o meu caso, é verdade!), mas aprecia a sonoridade do albúm em geral, nada melhor que o disco Enter the 37th Chamber (2009), da autoria da banda El Michels Affair. Jazz, soul, funk e muita melancolia numa cover em registo orgânico e puramente instrumental desse mítico albúm dos W.
Beautiful!







quarta-feira, 22 de julho de 2009

"fonky"!


e muita soul, também.
Dela disse James Brown - segundo wikipedia, amazon e outros - ter sido a melhor cantora com quem já tinha colaborado.
Disco que reúne uma série de inéditos das décadas de 60 e 70.

You're welcome, stop on by (com Bobby Bird)

terça-feira, 21 de julho de 2009

Freestyle Love

Os brasileiros Stereo Maracanã estiveram há dias na FNAC do Gaiashopping. Apesar de não ter ido ver, fiquei curioso com a descrição da banda (presente na Agenda da FNAC):

"Stereo Maracanã é considerada uma banda prodígio no cenário carioca. Ao longos do anos a banda tem-se destacado em várias colectâneas musicais. O som do grupo tem influências da música de capoeira e da black music, caracterizando-se pela experimentação musical em estúdio onde misturam bases electrónicas com beats de hip-hop e muita eprcussão. Actualmente a banda prepara a apresentação do novo albúm Mentalidade Safari e estará em tournéé na Europa em Julho".



Faz lembrar o Big Willie Style!

terça-feira, 2 de junho de 2009

Funky Funky New Orleans


Disco do cantor e pianista americano Eddie Bo com o funk de New Orleans dos anos 60 e 70.
Luminoso! Para quem gosta de dançar está aqui a aula toda...

Getting to the middle (reconheço este baixo não sei de onde)

quarta-feira, 27 de maio de 2009

funk x4

Alguns hooot joints que tenho escutado nos últimos tempos:

The Meters - The Meters (1969)


The Commodores - Machine Gun (1974)


BT Express - Do It Till You're Satisfied (1974)


Brass Construction - Brass Construction IV (1978)

sábado, 11 de abril de 2009

Música e Revolução

Nas celebrações do 25 de Abril, a Casa da Música apresenta um conjunto de concertos cujo espírito pretende atender à ligação (umbilical) entre a música e a realidade política e social. Não é novidade que desde que o Homem faz música que uma das vertentes por si explorada foi o discurso de informação, a transmissão de ideias e visões, a contestação, a crítica e/ou narração. Repare-se que nem me estou a referir apenas à música do séc. XX. Mesmo se pensarmos na música clássica, ou, indo ainda mais atrás, em todo o tipo de cânticos guerreiros, a Música sempre teve um lugar muito especial como meio de expressão do cidadão-indivíduo (mesmo quando quem o fazia ainda não detinha sequer o estatuto de cidadão). Mas bem, não pretendo fazer agora nenhum ensaio sobre uma realidade tao densa.
Voltando então à Casa da Música, interessa-me sobretudo deste cartaz dois nomes: William Parker e os Last Poets.
Quanto ao primeiro, virá interpretar alguns dos temas que fizeram de Curtis Mayfield (já tocado aqui na rua) uma das maiores vozes da música de intervenção da luta negra pela igualdade dos civil rights na década de 70. Entre o rock, o funk e o soul, Curtis Mayfield foi um dos maiores críticos da tão famosa quanto repugnante política do equal but separate. Aquela que permitia aos brancos escolher os bancos mais aprazíveis dos autocarros...

Quanto aos Last Poets, já aqui foram notícia pela sua vinda ao Festival Músicas do Mundo, em Sines. Pioneiríssimos da música rap, lançaram o seu primeiro disco, Last Poets, em 1970, disco em que o tom declamativo, quase-falado - a spoken word - seria a base para o desenvolvimento do rap. Quando ao discurso se juntaram os breaks funky do Kool Herc, nunca mais a América quis outra coisa... :)
Se a Sines não fui, desta vez não vou perder estes autênticos jurássicos (em idade, também!).

William Parker: Dia 26 Abril, 22h, Sala Suggia

Last Poets: 1 Maio (!), 22h, Sala Suggia

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Alguém se lembra...




...dos Urban Species?
Provavelmente não.
Mas se ouvir a lindíssima Spiritual Love, provavelmente já lhe dirá algo. Listen (1994) é o primeiro dos dois discos da história dos Urban Species e onde esse inolvidável registo aparece. Mas a qualidade não fica por aí: espante-se com Hide and Seek, Musikism, Listen, The Consequence, The Experience e Brother.
Uma obra-prima.
Desaparecidos desde 1999. Que é feito? Voltem...

nota: Como a Spiritual Love é uma música que tem que ser ouvida em estado puro, deixo aqui a versão original da música e um clip ao vivo com a interpretação da mesma.

It's like two hearts, two minds, two bodies, two souls
Making one whole, now it's gotta be told
That what we have is more than just physical
Don't be so cynical, we got a spiritual love...



Spiritual love - Urban Species

Spiritual Love (ao vivo)


Listen (ao vivo com o francês MC Solaar)


Brother (ao vivo)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Como a barrinha do lado direito já tem homens a mais



voltamos às mulheres. E voltamos com uma com M grande: Chaka Khan é uma das divas do funk e da soul norte-americana. Mais uma vez, foi também com Guru e o seu Jazzmatazz (com Chaka Khan em Watch What You Say) que tive a oportunidade de conhecer esta senhora.

Naughty (1980) é o primeiro disco da sua autoria que aqui toca. Não sendo por certo a data de um disco que o define como característico de uma determinada época, a verdade é que este Naughty deixa fluir o que os eighties trazem à memória de jovens como eu que não estiveram lá: muito funk alternado com toadas mais melancólicas (Nothing's Gonna Take You Away). Há faixas deste disco, como Papillon ou Our Love's Danger, que me fazem pensar em Aretha ou nas Supremes. Além das inevitáveis diferenças no canto, talvez Naughty seja menos... tradicional, no sentido em que apela para a pista de dança de um tipo de clube temporalmente mais perto de mim. Mas isto é só uma opinião de um jovem saudoso e curioso por aquilo que não viveu. Para o caso, esses mí(s)ticos anos 80.
Ficam duas músicas deste disco e ainda o clip de Chaka com Guru.

P.S. 1 - Adoro a capa do disco!
P.S. 2 - Neste disco e noutros mais para a frente, Chaka aparece bem jeitosa. Hoje em dia, à semelhança de Aretha, cresceu um bocadinho para os lados. :)


Naughty (só música)



All Night's All Right (só música)



Watch What You Say (com Guru em Jazzmatazz vol.2: The New Reality, 1995)

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

soulfunk flava


Ronny Jordan é um dos músicos que acompanhou Guru e a sua saga Jazzmatazz (tantas vezes aqui falada) em palco.
Como aqui o manifestei, o meu apreço por essa experimental fusion of hip hop and jazz (com assim vem na capa do volume I, de 1993) é grande, enorme. Vai daí, fiquei curioso por saber um pouco mais acerca daqueles que contribuiram para essa obra-prima.

Ronny Jordan é um guitarrista inglês muito credenciado no jazz, especialmente em experiências com estéticas diversas.
O disco que aqui toco é o primeiro que tive oportunidade de escutar deste músico. Trata-se do Off the Record (2001). Eu diria que é um Soul Survivor (do Pete Rock), mas orgânico, bastante mais refinado e com uns vocals femininos muito groovie. Tudo muito chill, num pôr de sol ao pé da praia sem nada a preocupar a cabeça...
A guitarra de RJ é uma constante, dando ao de leve o tom funky que marca todo o album.
Que posso dizer mais? Este é o tipo de disco que eu adoro. Do princípio ao fim.
Fica uma playlist com algumas demos:


Off the Record

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Funk continua a ser mem' bom


Os Cool Hipnoise tocam amanhã no Porto, no Teatro Sá da Bandeira. Timing pois para prestar tributo a um dos grupos mais frescos, ecléticos e inovadores da música portuguesa. Entre o funk, o soul e música oriunda do continente africano, o resultado final é verdadeiramente... cool!
O seu último disco (Cool Hipnoise, 2006) é muito bom. Para dançar ou para curtir por casa. Ou para dançar por casa, porque não.
Faixas preferidas: Caótica, Kita essa Dama, Katinga, Dias de Confusão, Escanifobética, Labirinto, Dá-me dá e Tudo a nu (versão alternativa com os mcs Sam the Kid e Regula numa divertidíssima jam session).

Kita essa Dama



Dois Dias

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

hip hop musician, soul music lover, cool funky brother, afro portuguese*




Outro Universo (2003) e Chega de Saudade (2005) são dois discos maravilhosos do português Melo D (não confundir com o produtor americano Melo-D).

Música fresca, viva e eclética. Afrobeat, jazz, soul, funk e hip hop na mesma redoma. E a voz rouca de Melo a seduzir.
Na minha opinião, é no rap que Melo marca menos pontos. É quando espaça a voz e contorna as linhas do soul que se entra num estado chill difícil de sair.
É consciente a junção que Melo faz entre o soul e o hip hop. Ele próprio o destaca nas suas letras, contando-nos um pouco da história deste último.

Creio que Melo D é um dos artistas mais injustamente desconhecidos da boa música portuguesa.

São poucos os clips de Melo D no youtube. Ficam alguns da sua autoria e um outro dos Cool Hipnoise, do qual Melo D fez parte, e que na altura ('95) fez muito furor.

Cool Hipnoise - Funk é mem' bom (Melo D num estilo muito Guru)



Melo D - Boas Vibrações (com Sagas)



* retirado do seu MySpace