
Para quem gosta do jazz mais arrumadinho, melódico e menos dado às efusões individuais - não necessariamente harmónicas - dos músicos de conjunto expressas nos ditos free ou avant-gard jazz, Poinciana (1963), do pianista Ahmad Jamal, é um álbum formidável. Para quem aprecia essas outras modelações, o álbum não deixará de soar bem, porque o que está ali não é outra coisa senão jazz. Do melhor que há.
Suave, delicado, doce... jazz como eu gosto! E por aqui se percebe como eu sou bem conservador no que toca a apreciar jazz.
Poinciana
(composição que não corresponde, creio, à versão presente no álbum)