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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Ainda não percebi


... se gosto deste disco (En'A-Free-Ka, 2009). Enquanto isso fica à vossa apreciação! (a capa do disco é fantástica, não é?)


Lil' Girl Feat. Fatima & Stephen "Thundercat" Bruner (dos clips com mais cor que já vi! muito bonito.)



Nirvana

sábado, 31 de outubro de 2009

uh uuh yeaah

I can't go for that (No can do)


... é o que apetece murmurar enquanto nos deixamos entrar nesta atmosfera de sensualidade... Um bom "funk de semana" para todos!

videoclip propriamente dito aqui.

sábado, 3 de outubro de 2009

tell me how


Anda nas bocas do mundo (leia-se do meio blogosférico) e não é a despropósito.
How I Got Over é o novíssimo álbum dos The Roots com data de lançamento para este mês. Depois de Rising Down (2008) - disco que pessoalmente não me me agradou particularmente, como podem constatar aqui - o single "How I Got Over" promete o regresso a um registo mais próximo de álbums memoráveis como Organix (o primeiro da banda, em 1993) ou Do You Want More?!!!??! (1994).
Com este seu nono (!) álbum, os The Roots consolidam-se como uma das bandas mais prolíficas de sempre na história do hip-hop. Aliás, mesmo comparativamente com MC's a solo, não são muitos aqueles com nove discos no cartão de visita - muito menos nove discos com a qualidade dos deste pessoal de Philadelphia. Pois bem... venham mais e mais! :)



P.S.: Alguém sabia que o Black Thought (também) cantava? E que bem que ele canta...

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Alguém se lembra...




...dos Urban Species?
Provavelmente não.
Mas se ouvir a lindíssima Spiritual Love, provavelmente já lhe dirá algo. Listen (1994) é o primeiro dos dois discos da história dos Urban Species e onde esse inolvidável registo aparece. Mas a qualidade não fica por aí: espante-se com Hide and Seek, Musikism, Listen, The Consequence, The Experience e Brother.
Uma obra-prima.
Desaparecidos desde 1999. Que é feito? Voltem...

nota: Como a Spiritual Love é uma música que tem que ser ouvida em estado puro, deixo aqui a versão original da música e um clip ao vivo com a interpretação da mesma.

It's like two hearts, two minds, two bodies, two souls
Making one whole, now it's gotta be told
That what we have is more than just physical
Don't be so cynical, we got a spiritual love...



Spiritual love - Urban Species

Spiritual Love (ao vivo)


Listen (ao vivo com o francês MC Solaar)


Brother (ao vivo)

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Estado de Necessidade



Precisava de dizer isto. Tive a ouvir o primeiro disco do Prince: For You (1978). É o verdadeiro rythm and blues - o tão hoje malfadado R'N'B.
Isto sim, é rnb! Amor e Sensualidade para dar e vender... taaão bom!

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

O Renascimento (?) de 2008



Aí está!
Q-Tip, qual figura messiânica, volta oficialmente depois de Amplified (1999). Embora pelo meio tenha composto outro disco (Kamaal The Abstrasct, 2002) que por divergências com a editora acabou por não ser lançado no mercado.
Para quem este nome lhe seja alheio, cabe dizer que Q-Tip formou com Phife Dawg e Ali Shaheed Muhammad um dos grupos mais emblemáticos da história do Hip Hop. Os A Tribe Called Quest são apelidados, a par de alguns outros grupos, de criadores do "rap alternativo". Não percebo muito bem o que querem dizer com isto. Mas creio ser comum da onda rotuleira de hoje em dia. Mas bem, para todos os efeitos, alternativos ou não, os ATCQ têm história e música que falam por si. Trouxeram o jazz ao hip hop; levaram o hip hop ao jazz. Trouxeram a poesia ao hip hop; levaram a poesia ao hip hop. Trouxeram a consciencialização político-social ao hip hop;... e o resto já sabem. Só mesmo escutando!

Hoje em dia Q-Tip é um ícone da música norte-americana, colaborando com figuras do jazz, do hip hop, do rnb, do soul ou até na cena electrónica (veja-se Q-Tip em Galvanize dos Chemical Brothers).

Quanto a The Renaissance, confesso que não é um album que me deslumbre. Nem perto disso. Boa música, é certo, mas sem trazer nada de novo, na minha opinião. Q-Tip mantém o seu estilo inconfundível (provavelmente a voz do rap mais sexy da América) acompanhado de uma sonoridade que já conhecemos dos seus trabalhos anteriores: hip hop, rnb, soul. Tudo muito melodioso. Mas nada acrescenta ao que foi feito antes. Daí o termo "Renascimento" perder um pouco o seu sentido, no que a música propriamente dita diz respeito.
Conclusão: um bom disco e pronto.

Getting Up



Q-Tip MySpace

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Monica


Monica é uma norte-americana que na década de 90 deu que falar com grandes baladas onde o chamado R&B era R&B - rythm and blues. Melodia entre o pop e o soul e uma variada instrumentação (onde se destacam os laivos de saxofone ou o orgão), acompanhada de uma voz atraente, fizeram de Monica uma artista interessante. Todavia, a verdade é que, na minha opinião, os albuns de Monica são capazes do melhor e do pior. Entre Miss Thang (1995) e The Boy is mine (1998) o melhor é sem dúvida o primeiro. Como músicas preferidas aponto Before you walk out of my life, Get down e Like This and Like That. Esta última especialmente fez grande furor à época. É o R&B na sua essência, para mim. E não aquilo a que hoje "artistas" de 3a ou 4a categoria chamam para conseguirem alojar a sua foleirada num qualquer sub-género musical.
Em The Boy is mine, gosto de Gone be fine. O resto é uma enorme desilusão.

Monica - Like This and Like That featuring Mr. Malik